sexta-feira, 2 de outubro de 2009

Um blog pra se ler com gosto.


Comecei minhas atividades como blogueiro à quase um ano.
Por causa desta minha iniciativa, alguns colegas de classe acabaram se motivando à pratica blogueira.

Entre eles destaco meu querido amigo Juliano. Juliano é um desses caras que a gente conhece e pensa: "Por que nao o conheci antes?"

Não bajulação nem demagogia, apenas identificação de uma verdade constatada pela turma do 3o Ano de Teologia do Seminario RDNE.

Acima está o link do blog do Juliano e como disse no título, pra ler com gosto.

Deus te abençoe Juliano.

Marcelo Batista Dias

Falta uma parte no seu livro...


"Bem, não sei se foi sonho, visão, ou se foi fruto de minha imaginação. Mas que eu vi, vi. Vi um membro da igreja “O Céu Aqui e Agora” com uma Bíblia em suas mãos. Notei que o Livro Sagrado que ele carregava, tinha volume muito reduzido. Chegando mais para perto dele, pude observar que a sua Bíblia não continha o Novo Testamento.

Fiquei muito curioso, e resolvi abordar o portador do referido livro:

"Moço! Sua bíblia está faltando a parte principal. A parte que fala da história de Cristo".

Fiquei pasmo e estático com o sermão que ele me pregou como resposta, o qual, passo a relatar aqui na íntegra:


Se em minha igreja, através de sacrifícios, eu me relaciono diretamente com Deus, para que Cristo afinal?

Se eu tenho o “Manto Sagrado da Prosperidade” para tocar, e tal qual uma vara de condão, adquirir tudo de “bom” que existe na terra, além de transformar o meu saldo bancário de devedor em credor, para que Cristo afinal?

Se eu tenho comigo o exército dos “Trezentos e dezoito”, que pelejam por mim, para que Cristo afinal?

Se eu tenho a “Escada do Sucesso” para escalar e alcançar os píncaros da prosperidade financeira, para que Cristo afinal?

Se eu tenho o “cajado de Moisés” para me fazer atravessar os “mares vermelhos” da vida, para que Cristo afinal?

Se eu tenho a “água do Rio Jordão” para curar sarnas, lepras, psoríases e outras dermatoses de origem demoníaca, para que Cristo afinal?

Se eu tenho o “Óleo do Jardim das Oliveiras” para curar as minhas cefaléias e depressões, para que Cristo afinal?

Se eu tenho a “Rosa Ungida” para me trazer a paz de espírito, para que Cristo afinal?

Se eu tenho a água do “Mar da Galiléia” para usar como colírio, a fim de tirar a concupiscência dos olhos, para que Cristo afinal?

Se eu tenho semanalmente a “Sessão do Descarrego”, que me limpa de todo o pecado, para que Cristo afinal?

Se eu tenho, com uma simples contribuição monetária - o direito de participar da “Fogueira Santa de Israel” e receber instantaneamente tudo que almejar, para que Cristo afinal?

Se eu tenho a qualquer hora, quem tire os meus “encostos” que atrapalham a minha vida familiar, para que Cristo afinal?


Depois de expôr o seu rosário de práticas, evidenciando a desnecessidade de recorrer a Cristo, o moço desapareceu subitamente de minha visão. Fiquei então a matutar com os meus botões.

Foi à partir desse encontro emblemático, que eu pude entender a razão pela qual, na visão daquele jovem, tudo tinha que ser pago: “é que ele realmente não conhecia ainda as ‘Boas Novas’ do Evangelho, onde tudo é de graça, por graça e pela graça”.

Qualquer semelhança com a realidade, não é mera coincidência, pois eu juro que tudo que ouvi do personagem inventado, é a mais pura verdade".


Por: Levi Bronzeado
Via Pulpito Cristao

quinta-feira, 1 de outubro de 2009

Porque será?


Por que será que o homossexual e a lésbica podem defender sua posição publicamente e isso é chamado de ousadia, mas se o cristão fizer o mesmo é chamado de preconceituoso, prepotente e retrógrado?

Por que será que os personagens gays nos filmes e novelas são bonitos, elegantes, cultos e tolerantes, mas se o mesmo programa mostrar um evangélico, esse será feio, estúpido e supersticioso?

Por que será que alguém pode falar com convicção de fadas, duendes e vampiros e é admirado por sua versatilidade, mas quando o crente fala de Deus é chamado de ignorante? Por que será que filmes cheios de erros históricos que degradam a verdade conhecida sobre Jesus são sucesso, mas quando se faz um filme que mostra o seu comprovado sofrimento isso é considerado exagero e apelo à violência?

Por que será que aqueles que defendem a dissolução das famílias e fazem apologias do divórcio são vistos como progressistas, mas quando alguém mostra a verdade sobre as famílias destruídas e apela aos valores tradicionais é taxado de atrasado, medieval e saudosista?

Por que será que o evolucionista é tido como cientista e suas afirmações, mesmo quando as mais absurdas, nunca são verificadas até quando suas bases científicas falham, mas o criacionista é ridicularizado mesmo que apresente bons fundamentos na ciência?

Por que será que quando um crime é cometido por um crente logo se acrescenta: "João da Silva, evangélico..." e não se faz o mesmo caso o perpetrante seja católico, espírita ou budista? Por que será que a escola de samba, o baile funk e o terreiro de macumba podem fazer o barulho que quiserem até o sol raiar e isso é chamado de cultura, mas se o culto demorar um pouco mais ou tiver o som mais alto há um processo e o templo corre o risco de fechar?

Por que será que o mundo apela para a tolerância de tudo e de todos, de religiões e costumes os mais diversos, mas quando toca ao Cristianismo se fecha em completa intolerância e preconceito? Por que será?

Provavelmente é assim porque a tolerância pregada no mundo moderno é na verdade uma indiferença que demonstra falta de princípios, valores e convicções e que quer se isentar de toda responsabilidade. É no fundo uma atitude totalmente negativa de quem não sabe, não quer saber e não se importa minimamente com as consequências. É uma falsa liberdade para cada um se destruir como quiser.

Criou-se o entendimento no mundo pós-moderno que não há verdades absolutas. Que cada um tem a sua verdade e pode viver segundo ela. Nada poderia ser mais falso e prejudicial ao homem. Cada um pode viver a sua verdade, mas não pode forçá-la a ser a verdade. Cada um tem a liberdade para agir como quiser, mas não pode fugir da lei da colheita, que continua inexorável: o que o homem semear, isso é o que vai colher!

O homem é livre para semear milho, mas não pode esperar colher cevada ou feijão. Pode fumar o quanto quiser, mas não pode fugir do risco muito aumentado de ter um câncer. Pode destruir as famílias, mas não pode esperar encontrar crianças mais felizes e jovens mais ajustados. Pode usar as drogas que quiser, mas não é livre para escapar das consequências físicas e mentais das mesmas. Pode ser promíscuo sexualmente, mas não é livre para escapar das DST.

Resumindo: o homem é livre para viver a sua verdade, mas não vai escapar da pura verdade que é verdade quer queiramos ou não e que sempre assim será porque não depende do homem. Logo, em vez de negar a existência da verdade, a atitude mais coerente e inteligente seria procurar conhecer a verdade e experimentar, então, a verdadeira liberdade.

Diante do discurso hipócrita do mundo, que na prática nos trata com intolerância, não é hora dos cristãos se encolherem e rastejarem para uma trincheira confortável, atrás dos bancos de nossas igrejas. Devemos ter a ousadia de, com educação mas firmeza, declararmos nossas posições, defendermos nossos princípios e anunciarmos a verdade eterna que conhecemos e que faz toda a diferença na realidade humana.

Está na hora de dizermos que Deus é real e ama a todos os homens, mas não aprova tudo que fazemos. Que como cristãos amamos os homossexuais e as lésbicas, mas que eles vivem na contramão da criação, negando o que é natural na experiência humana e que suas "opções" tem consequências graves tanto físicas quanto espirituais. Está na hora de termos a coragem de dizer que a pressão política para adotar o homossexualismo como natural é errada e perniciosa e está ajudando a destruir nossa sociedade, nossa moral e nossas famílias.

Está na hora de afirmar que o casamento é a mais nobre instituição criada por Deus e que a família bem ajustada é a base da sociedade, onde nossas crianças poderão crescer com segurança e nossos jovens encontrarão direção.

Está na hora de afirmar que a disciplina parental é urgente, necessária e indispensável. Que as crianças e adolescentes não tem estrutura psicológica e espiritual para mandar em casa e que precisam de pais presentes, amorosos e afirmativos, mas também firmes numa disciplina comedida e numa educação clara. Que nossos jovens precisam de limites para se desenvolver melhor e que aos 18 ou 20 anos os filhos não estão criados ainda e continuam precisando de amor, conselho e orientação.

Está na hora de dizer que toda a pressão do mundo científico em prol da teoria da evolução é baseada em achados duvidosos, muitos deles já desmentidos, e que as afirmações bombásticas com que enchem a mídia é mais golpe de publicidade que verdade científica. É hora de lembrar que os maiores cientistas da história foram cristãos e que muitos dos mais renomados cientistas da atualidade, nas mais diversas áreas, são criacionistas convictos e que a posição criacionista tem larga base científica e não é o delírio de um bando de religiosos.

Está na hora de dizer que autores sensacionalistas são na verdade apenas aproveitadores que utilizam a figura de Jesus para ganhar dinheiro de forma covarde e mesmo desprezível, inventando estórias e criando falsas teorias quando a verdade histórica de Cristo está muito bem estabelecida.

É hora de lembrar que os materiais que temos em mãos sobre a vida de Cristo foram produzidos por testemunhas oculares e que nenhum outro personagem histórico tem tantas provas de sua existência e atuação quanto Jesus de Nazaré.

Está na hora de dizer que o estereotipo de evangélico ignorante e facilmente manipulável e do pastor burlão e sem escrúpulos é isso mesmo, esteriotipos. Que as igrejas evangélicas são abertas e nelas há todo tipo de gente, desde pessoas com ausência de compromisso e total desrespeito aos princípios bíblicos, até crentes verdadeiros e sinceros, que buscam viver como Jesus viveu.

É preciso afirmar que nas nossas igrejas há gente simples mas comprometida, bem como toda gama de profissionais como advogados, engenheiros, médicos, professores, mestres universitários e juízes e que a maioria dos nossos pastores são homens sérios que dão a vida pelo bem de seus liderados.

Está na hora de dizer que a Bíblia é a palavra de Deus para o homem. Que para essa fé temos provas práticas e cientificas e que as páginas da escritura tem levado vida a milhões ao longo da história. Está na hora de dizer que os erros de alguns dirigentes da igreja não invalidam seu valor como organização.

É preciso lembrar que a igreja que tem servido a humanidade e criado instituições como hospitais, asilos, escolas, universidades, bibliotecas e outros serviços públicos. Está na hora de dizer que a oração é real e prática, que o Deus verdadeiro ouve e responde as orações e que essa é a experiência vivida por centenas de milhões a cada dia.

Está na hora de exigir respeito por nossas convicções e declarar a verdade sobre os sistemas do mundo atual, que só nos levaram à corrupção desenfreada, cobiça sem limite, materialismo alienante, violência desmedida e à crise mundial.

Este não é momento para hesitações e suavidades. É hora de convicção e ousadia. O mundo está perdido e sem rumo e não serão crentes imaturos e titubeantes que o ajudará a conhecer a direção.

Somos seguidores daquele que disse ser "o caminho, a verdade e a vida". Precisamos saber quem somos e declarar a fé com a coragem que caracterizou os profetas como Elias. Diante do domínio público e político de culto a Baal, o homem de Deus ousou se levantar para dizer a verdade. Deus o honrou e até fogo choveu do céu.

Não creio que isso torne a acontecer, mas serão preciso homens e mulheres que possam falar como o profeta:

"Vive o Senhor, na presença de quem eu estou..."

Aqueles que assim viverem irão incomodar, sofrerão intolerância, mas serão os poucos que poderão fazer uma grande diferença.

Autor e Fonte: Joed Venturini

Titulo Original: Desabafo de um evangélico

terça-feira, 29 de setembro de 2009

Esmagados pela Culpa



Por: John Piper


O problema vai além de não cair; a questão é como lidar com a queda para que ela não leve toda uma vida para o desperdício da mediocridade. A grande tragédia não são práticas como a masturbação ou a fornicação, e nem a pornografia. A tragédia é que Satanás usa a culpa decorrente desses pecados para extirpar todo sonho radical que a pessoa teve ou poderia vir a ter. Em vez disso, o diabo oferece uma vida feliz, certa e segura, com prazeres superficiais, até que a pessoa morra em sua cadeira de balanço, em um chalé à beira de um lago.


Hoje de manhã mesmo, Satanás pegou seu encontro das duas da manhã – seja na televisão ou na cama – e lhe disse: “Viu? Você é um derrotado. O melhor é nem adorar a Deus. Você jamais conseguirá fazer um compromisso sério para entregar sua vida a Jesus Cristo! É melhor arrumar um bom emprego, comprar uma televisão de tela plana bem grande e assistir o máximo de filmes pornográficos que agüentar”. Portanto, é preciso tirar essa arma da mão dele. Sim, claro que quero que você tenha a coragem maravilhosa de parar de percorrer os canais de televisão. Porém, mais cedo ou mais tarde, seja nesse pecado ou em outro, você vai cair. Quero ajudá-lo a lidar com a culpa e o fracasso, para que Satanás não os use para produzir mais uma vida desperdiçada.


Cristo realizou uma obra na história, antes de existirmos, que conquistou e garantiu nosso resgate e a transformação de todos que confiarem nele. A característica distintiva e crucial da salvação cristã é que seu autor, Jesus, a realizou por completo fora de nós, sem nossa ajuda.

Quando colocamos nele a fé, nada acrescentamos à suficiência do que fez ao cobrir nossos pecados e alcançar a justiça que é considerada nossa. Os versículos bíblicos que apontam isso com mais clareza estão na epístola de Paulo aos Colossenses 2.13-14: “Quando vocês estavam mortos em pecados e na incircuncisão da sua carne, Deus os vivificou com Cristo. Ele nos perdoou todas as transgressões e cancelou o escrito de dívida, que consistia em ordenanças, e que nos era contrária. Ele a removeu, pregando-a na cruz”.


É preciso pensar bem nisso para entender plenamente a mais gloriosa de todas as verdades: Deus pegou o registro de todos os seus pecados – todos os erros de natureza sexual – que deixavam você exposto à ira. Em vez de esfregar o registro em seu rosto e usá-lo como prova para mandar você para o inferno, Deus o colocou na mão de Seu filho e pregou na Cruz. E quem são aqueles cujos pecados foram punidos na cruz? Todos que desistem de tentar salvar a si mesmos e confiam apenas em Cristo. E quem assumiu essa punição? Jesus. Essa substituição foi a chave para a nossa salvação.


Alguma vez você já parou para pensar no que significa Colossenses 2.15? Logo depois de afirmar que Deus pregou na cruz o registro de nossa dívida, Paulo escreve que o Senhor, “tendo despojado os poderes e as autoridades, fez deles um espetáculo público, triunfando sobre eles na cruz”. Ele se refere ao diabo e seus exércitos de demônios. Mas como são desarmados? Como são derrotados? Eles possuem muitas armas, mas perdem a única que pode nos condenar – a arma do pecado não perdoado. Deus pregou nossas culpas na cruz. Logo, houve punição por elas – então, seus efeitos acabaram! O problema é que muitos percebem tão pouco da beleza de Cristo na salvação que o Evangelho lhes parece apenas uma licença para pecar. Se tudo que você enxerga na cruz de Jesus é um salvo-conduto para continuar pecando, então você não possui a fé que salva. Precisa se prostrar e implorar a Deus para abrir seus olhos para ver a atraente glória de Jesus Cristo.


Culpa corajosa – A fé que salva recebe Jesus como Salvador e Senhor e faz dele o maior tesouro da vida. Essa fé lutará contra qualquer coisa que se coloque entre o indivíduo salvo e Cristo. Sua marca característica não é a perfeição, nem a ausência de pecados. Quem enxerga na cruz uma licença para continuar pecando não possui a fé que salva. A marca da fé é a luta contra o pecado. A justificação se relaciona estreitamente com a obra de Deus pregando nossos pecados na cruz. Justificação é o ato pelo qual o Senhor nos declara não apenas perdoados por causa da obra de Cristo, mas também justos mediante ela. Cristo levou nosso castigo e realiza nossa retidão. Quando o recebemos como Salvador e Senhor, todo o castigo que ele sofreu, e toda sua retidão, são computados como nossos. E essa justificação vence o pecado.


Possuímos uma arma poderosa para combater o diabo quando sabemos que o castigo por nossas transgressões foi integralmente cumprido em Cristo. Devemos nos apegar com força a essa verdade, usando-a quando o inimigo nos acusar pelas nossas faltas. O texto de Miquéias 7.8-9 apresenta o que devemos lhe dizer quando ele zombar de nossa aparente derrota: “Não te alegres a meu respeito; ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei (…) Sofrerei a ira do Senhor, porque pequei contra ele, até que julgue a minha causa e execute o meu direito”. É uma espécie de “culpa corajosa” – o crente admite que errou e que Deus está tratando seriamente com ele. Mas, mesmo em disciplina, não se afasta da bendita verdade de que tem o Senhor ao seu lado!

Há vitória na manhã seguinte ao fracasso! Precisamos aprender a responder ao diabo ou a qualquer um que nos diga que o Senhor não poderá nos usar porque pecamos. “Ainda que eu tenha caído, levantar-me-ei”, frisou o profeta. “Embora eu esteja morando nas trevas, o Senhor será a minha luz.” Sim, podemos estar nas trevas da iniqüidade; podemos sentir culpa, porque somos, realmente, culpados pelo nosso pecado. Mas isso não é toda a verdade sobre o nosso Deus. O mesmo Deus que faz nossa escuridão é a luz que nos apóia em meio às trevas. O Senhor não nos abandonará; antes, defenderá a nossa causa.


Quando aprendermos a lidar com a culpa oriunda de nossos erros com esse tipo de ousadia em quebrantamento, fundamentados na justificação pela fé e na expiação substitutiva que Cristo promoveu por nós, seremos não apenas mais resistentes ao diabo como cometeremos menos falhas contra o Senhor. E, acima de tudo, Satanás não será capaz de destruir nosso sonho de viver uma vida em obediência radical a Jesus e de serviço à sua obra.


John Piper é escritor e pastor da Bethlehem
Baptist Church, em Minneapolis (EUA)


Fonte: Hermes Fernandes

quarta-feira, 23 de setembro de 2009

O bêbado e o seminarista




Foi um desabafo e tanto. Não pude deixar de me emocionar com o que verdadeiramente vai dentro da alma de alguém cuja vida se tornou sem sentido. Aquele velho bêbado olhava dentro de si e não via nada. Para ele sua vida se tornara completamente perdida. A angústia estava viva em suas palavras. Ele chorava o peso de seus erros. Chorava a dor de uma vida levada e não vivida.


O mais interessante é que depois de desaguar sobre mim lágrimas e mais lágrimas pelas desventuras que o atingiram na sua vida ele soltou essas palavras: “Essa vida não tem cifrão”.


Lembrei-me de uma história apócrifa que ouvi a respeito de Cristo. Conta a tal história que de certa feita estava Jesus e seus discípulos assentados sob uma árvore e um cheiro fétido de carne em putrefação os incomodou. Pedro mais depressa correu para ver o era. Voltou dizendo que havia um jumento morto por ali e recomendou a retirada. Jesus, no entanto o pediu que o levasse até o ‘defunto’. Relutante, Pedro atendeu. Ao chegar ali, em meio a toda aquela podridão Jesus soltou: “Veja Pedro, mas que belos dentes”!


A capacidade de enxergar o lado bom das coisas ruins é algo divino. É impressionante o quanto uma pessoa pode sofrer e mesmo assim saber reconhecer o valor da vida. Isso não quer dizer necessariamente que só os crentes o podem fazer. Deus deu esse dom a alguns que não são tão ‘dignos’ assim. Ouvir aquelas palavras foi como ouvir a voz de Deus me alertando para minha própria vida. O seminarista parou diante das palavras do velho bêbado. E como eu precisava daquilo!


Não é difícil achar um crente por aí reclamando de sua “má sorte”. Por isso eu ouvi com gosto por quase uma hora o desabafo daquele velho e sábio bêbado. Suas lições foram profundas. Ele discorreu sobre o trabalho, família, sentimentos, vida espiritual e até sobre graça! Acreditem foi uma experiência inesquecível! O monólogo do velho bêbado sábio me deixou muito mais pensativo que “O Menestrel” de Shakespeare.


O fato é que mesmo com as agruras da vida, é impressionante reconhecer como ela é bela. Verdadeiramente ela não tem cifrão. Não tem preço. Como dizia o poeta: “Eu sei que a vida podia ser bem melhor e será! Mas isso não impede que eu repita: É bonita, é bonita e é bonita”!

Por isso: Glória a Deus por minha vida!!!

Marcelo Batista Dias

sexta-feira, 18 de setembro de 2009

Quer apostar???




Eu sei, eu sei... você vai me dizer: “De jeito nenhum! Aposta não é coisa de crente!” Mas eu vou te dizer: É sim! Pelo menos segundo Blaise Pascal.

Pascal foi o autor da aposta da fé. A coisa funciona mais ou menos assim: Pascal convida todo homem a fazer uma aposta com Deus. Ou ele aposta que Deus existe ou que não existe. O crente é o sujeito que apostou que Deus existe. Pela fé o crente sabe que apostou certo, mas o incrédulo não. Isso cria um problema porque se o sujeito apostar que Deus não existe e ele não existir, ele não perdeu nada. Mas se Deus existir... como se diz aqui em Minas: Xiii lascô!


Acho que até aqui nada de novo. Apostamos pela fé que Deus “existe e se torna galardoador dos que o buscam” (Hb 11.6) e cremos que apostamos corretamente.


O problema é que tem muito crente fazendo outro tipo de aposta e essa sim muito perigosa. Não eu não estou falando da Mega-Sena, apesar de saber que tem muito irmão que anda fazendo uma “fezinha” por aí. Estou falando da aposta profética.


Tem gente apostando alto no profetismo dos tele-bispos, bispas, apóstolos, pai-póstolos e afins. Gente até sincera que bota todas as fichas que têm nessa roleta russa chamada profecia moderna. Sim é uma roleta russa – uma hora a bala sai; a gente só não sabe na cabeça de quem.


É exatamente para esses “jogadores” que eu quero propor outra aposta:



Você aposta comigo que esse bando de profetas que andam tagarelando por aí, não passam de lobos devoradores, de falsos profetas e pastores de si mesmos? Quer apostar?


Se eu fosse você eu pensava bem... Por que se eu estiver errado, tudo bem pra você. Quem vai levar chumbo na asa sou eu mesmo. Mas se eu e mais um monte de “vozes que clamam no deserto” estivermos corretos, hum... sei não hein...
E aí? Quer apostar???

Marcelo Batista Dias

quinta-feira, 17 de setembro de 2009

Jota Quest Gospel???



Por Maicon Custódio



Sei que meu título parece brincadeira, mas, no fim das contas, foi a impressão que tive! Um dia desses, lá estava eu. Deitado, ouvindo música e pensando em algumas coisas. Dentre elas: a psicologização e o pragmatismo existencialista da música “gospel” – me recuso a chamar de cristã – e do púlpito. Foi neste exato momento que começou a tocar uma canção da banda mineira (excelente, diga-se de passagem) Jota Quest. Os versos diziam o seguinte:


“Vivemos esperandoDias melhoresDias de paz, dias a mais…
(…)Vivemos esperandoO dia em queSeremos melhores…
(…)Vivemos esperandoO dia em que seremosPara sempre”.


De um salto eu me levantei e fiquei alucinado. Havia acabado de descobrir a roda? Tive alguma experiência com o sobrenatural? Algum bicho tinha me mordido? Que nada! Simplesmente ouvi em uma música denominada secular aquilo que não ouvia havia muito tempo nas canções e púlpitos evangélicos. A ESPERANÇA PELO DIA EM QUE SEREMOS PARA SEMPRE!Sei que minhas palavras podem parecer duras para alguns, mas foi o que senti, de verdade, e não pude deixar de compartilhar com vocês. Raciocinem comigo:


Quando teremos dias melhores?Quando haveremos de vivenciar a paz plena?Quando seremos pessoas melhores?Quando será o tempo em que não estaremos limitados ao tempo, mas viveremos para sempre?


Sim, amado! Somente no grande Dia do Senhor. O tempo onde não haverá luto, nem pranto e nem dor porque as primeiras coisas haverão passado. O tempo onde os céus e a terra serão novos. O tempo onde o leão e o cordeiro viverão em harmonia, pois a natureza que hoje clama por seu renovo estará, enfim, restaurada.


Vivemos no tempo das músicas que zombam da soberania de Deus dizendo que “não é o que Deus planejou”, ou ainda, a “Dança do Céu” – a ridícula paródia da imundícia chamada Créu – ou para piorar a “instrutiva” Labassurionderrá – supostamente este é o nome do anjo que se encontrou com a compositora da música – não consigo imaginar algo pior que isso! Mas o Jota Quest, mesmo que involuntariamente, fala do anseio por dias melhores, assim como eu tenho sonhado dia após dia.


Além das músicas preciso falar dos sermões na maioria das igrejas – louvo a Deus por poder congregar e pregar nas raras exceções – que falam de dinheiro, aborto, homossexualismo, ateísmo e de um monte de outras coisas que, mesmo sendo importantes, são secundárias, mas não falam de arrependimento, de Cristo e sua segunda vinda. Hoje em dia os sermões que ouvimos possuem títulos mais ou menos assim:


10 Maneiras de Receber Mais de Deus


7 Chaves Para Abrir as Portas Para o Emprego


12 Ocasiões Onde Você Vai Alcançar Vitória


3 Fontes da Prosperidade Financeira


Se o receber mais de Deus ou alcançar a vitória apontasse para a eternidade o meu coração estaria exultante, porém são maneiras de receber mais de Deus e de receber vitórias aqui e, na maioria das vezes, na área da vida financeira. Temos assistido a formação de crentes “consumidores” e “mercenários” que simplesmente buscam a melhor das ofertas, mas que jamais ouviram falar da verdadeira e maior das ofertas que alguém já fez ela foi feita por Cristo Jesus e nos diz assim: “Na Casa do Pai existem muitas moradas e eu vou preparar lugar para vocês”!


Jesus está falando dos dias melhores, dos dias de paz, dos dias em que seremos para sempre, mas eu tenho certeza que para VOCÊ, querido leitor, O AQUI E O AGORA tem sido mais IMPORTANTE, certo?! Se minha suposição estiver errada, perdoe-me, mas é que não tenho conseguido enxergar essa esperança na vida e palavras dos crentes que conheço e convivo. Se você é um destes casos de omissão e vida imediatista tome postura e prove-me o contrário. Perdão pela dureza, mas não falo por mim, e sim, por aquele que me chamou e tem me ungido e iluminado a cada dia.


Que o Senhor nos abençoe e que eu não precise ouvir Jota Quest toda vez que quiser ouvir falar da eternidade e dos dias eternos, mesmo porque a Escritura tem nos relembrado desta verdade todos os dias, por mais que os pregadores e compositores tenham rasgado estas páginas de suas Bíblias.


Encerro com um trecho de um antigo e também um dos mais belos hinos que conheço e que falam da volta do meu Senhor:


“Quando enfim chegar o diaDa vitória do meu rei,Quando enfim chegar o diaPela GRAÇA DE JESUS eu lá estarei!”


Que possamos ansiosos esperar a volta do nosso Rei para vivenciar ao Seu lado os gloriosos dias da eternidade!


MARANATA, vem depressa Senhor Jesus!!!


Fonte: Cristinanismo Pensante


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Comentário do Eclesia:


O que posso dizer?


Tão somente: Oh maravilhosa graça!!! Graça Comum de Deus sobre toda a carne!!! Graça que nos deu Jota Quest e tantos outros que mesmo não sendo conhecedores da Graça que liberta manisfestam a verdade de Deus em suas palavras.


Tomara os cantores "góspeis" de plantão leiam este texto e quem sabe se convertam à verdadeira musica que glorifica a Deus!


Marcelo Batista Dias

segunda-feira, 14 de setembro de 2009

“Não é bom que o homem esteja só”



“É de sonho e de pó o destino de um só (...) é de laço e de nó de gibeira, o jiló dessa vida cumprida à só”*.


O que o poeta Renato Teixeira expressa de forma tão sofrida nestes versos, retrata a dura realidade que sofre todo ser humano que quer viver independente. Não é só o caipira que tem uma vida solitária. Na verdade é mais comum encontrar solitários nas grandes "selvas de pedra", do que no campo. Definitivamente “não é bom que o homem esteja só”.


Parodiando Dom Pedro I : Independência é morte! O homem cortou seu relacionamento com seu Criador e decretou sua morte. No Éden ele cortou o “umbigo” que o manteria nutrido para sempre da verdadeira vida. O homem quis nascer por si mesmo e morreu.


Por isso o destino de um só, ou de um solitário, é tão amargo. Tanto que o poeta supra o compara ao sabor amargo do jiló. Há quem goste do dito cujo, mas ninguém pode negar que seu amargor incomoda. Definitivamente não é bom vivermos por nossa conta. Não sabemos o que convém. Não sabemos o que é melhor. Não temos onde nos amparar se nosso porto for o próprio coração.


Não nos faltam experiências para provar isso. Quem nunca tentou se virar sozinho e o máximo que conseguiu foi ficar se virando na cama a noite toda?


Por isso meu amigo, se a vida está amarga “que nem” jiló, e se você a sente escapando por entre seus dedos como a areia fina da praia, está na hora de voltar seus olhos para Aquele do colo de quem você nunca deveria ter saído.


Não, ele não fechou a porta atrás de você, pelo contrário você mesmo a fechou. O que Ele fez foi abrir outra porta pra você entrar. A porta que Ele abriu foi a Si mesmo: “Eu sou a porta das ovelhas...” disse Jesus. E essa porta ninguém pode bater na sua cara. Quem entra por essa porta, não só acaba com toda solidão, mas torna encontrar a vida. Vida verdadeira que não escapa por entre os dedos e não dura apenas o tempo de um bom sonho. Vida dura sim, mas não amarga. Vida de lutas, mas de vitoria certa. Isso porque você não estará mais a sós. Terá a presença perene do Selo do Espírito, o mesmo Deus morando em você.


Tirando a parte da romaria pra senhora aparecida, a música de Renato Teixeira nos dá o exemplo correto do que fazer. "Eu que não sei rezar, vim apenas para mostrar meu olhar, meu olhar , meu olhar"*. Se você também não sabe orar... basta mostrar o olhar e olhar para cruz, levantada sim, mas vazia, porque seu antigo Ocupante, está vivo para caminhar ao seu lado para sempre. Deus te abençoe.


Marcelo Batista Dias

* Trechos da musica "Romaria" de Renato Teixeira.

segunda-feira, 7 de setembro de 2009

A Galeria das Celebridades da Fé



por Mauricio Almeida


O homem tem perdido a noção de que é um ser moral com responsabilidades; que tem o dever de fazer o que é moralmente correto e de evitar e condenar o que é moralmente incorreto. O homem pós-moderno não crê em absolutos morais ou verdade absoluta. Temos perdido a noção de Bem e Mal.


Anthony Hoekma diz que com a perda dos valores morais, os heróis (pessoas que encarnavam qualidades morais que os outros valorizavam e imitavam), foram substituídos pelas celebridades (pessoas que querem ser imitadas, mas não encarnam nada de bom e só são conhecidas por serem conhecidas).


Hoekma diz que o herói se distinguia pelo seu feito; a celebridade pela sua imagem ou marca. O herói se criou, a celebridade é criada pela mídia. O herói era um grande homem; a celebridade é um grande nome. É a nossa cultura comercial (voltada para os lucros) que produz a celebridade, mas era a cultura moral (voltada para o que é bom e correto) que elevava o herói. A celebridade substituiu o herói e a imagem substituiu o caráter. O homem de antes preferia ser correto a ser presidente, o de hoje prefere ser presidente a ser correto.


Os evangélicos acompanharam essa tendência mundana de culto às celebridades, e produziram as suas próprias, isso sem falar nas que foram "importadas" do meio secular (se já não consegue vender lá, vira "crente" e bomba no meio gospel). Hoje temos de tudo: imitador do Roberto Carlos, do Renato Russo e dos Dj’s e MC’s. Músicas vazias, mas com uma ‘batida legal’, é o que se vê hoje por aí.


O caráter não importa... Você se lembra de um ‘grande’ cantor ‘evangélico’ que fazia propaganda de si mesmo dizendo que era um ex ‘Paralamas do Sucesso’? Mentira descarada e deslavada; ele nunca fez parte nem do ‘para-choque’, quem dirá dos ‘Paralamas’. Mas o dito cujo continua por aí, cantando.


E o ‘famoso’ cantor que traiu a esposa com a secretária? Continua na ‘unção’!
As celebridades estão enchendo os estádios e os bolsos com seus cachês absurdos. Enquanto isso, onde estão os heróis da fé da música evangélica? Onde aqueles que não compõem e cantam o que vende, mas o que edifica? Quem compra seus CD’s? Quem os chama para cantar?


Ah! Que saudade daqueles homens e mulheres que até ganhavam algum dinheiro louvando, mas não louvavam para ganhar dinheiro.


sexta-feira, 4 de setembro de 2009

Minhas sinceras desculpas aos adeptos da Teologia da Prosperidade



Por Maurício Almeida

Sempre fui um crítico ferrenho da teologia da prosperidade, por que não via para ela base bíblica.

Mas agora tudo isso mudou; de repente compreendi o quanto estava enganado. Gostaria de compartilhar aqui minhas descobertas das evidências bíblicas da Teologia da Prosperidade, dando exemplos de pessoas que prosperaram nas Escrituras:

1 – Jesus: quando começou seu ministério não tinha onde reclinar a cabeça; mas, três anos depois, ele foi sepultado num túmulo novinho em folha escavado na rocha (isso era a Ferrari dos túmulos da época). Ele ficou tão rico que tinha até tesoureiro pra cuidar de seus recursos (Jo 13.29).

2 – Paulo: Este sim enriqueceu e muito; disse que tinha experiência tanto de fartura quanto de escassez; certamente que a fartura ele teve depois da conversão e a escassez antes. Além de ter viajado pelo mundo inteiro, fez cruzeiros pelo Mediterrâneo e, no fim da vida, morou numa casa na capital, com guarda-costas à sua disposição 24 horas por dia (At 28.16 e 30).

3 – Apóstolo João: Esse foi o que mais se deu bem na vida por causa do Evangelho. Como crente não fica doente, morreu de velhice. Morou à beira-mar, numa ilha, igualzinho o Ivo Pitangui. Ô vida mansa (Ap 1.9).

Mas essa prosperidade toda não ficou só lá no primeiro século da era cristã; hoje vemos a prova clara de que a Teologia da Prosperidade funciona mesmo: o Valdemiro, o Macedo, o Marcos Feliciano (e tantos outros) estão podres de rico.

E aí? Vamos comprar a Bíblia de R$ 900,00 do Malafaia para receber toda esta unção financeira?

Fonte: Rev. Maurício Almeida

quarta-feira, 2 de setembro de 2009

O desabafo de um terrorista



Atenção: Não leia se você não for um cristão maduro.


Há poucos dias me acusaram de terrorismo espiritual. Disseram-me que eu “apresento aos não crentes um Deus cruel e vingativo que castiga os filhos todo dia”. O que fiz foi dar uma revisada em todos os sermões que preguei este ano. Depois disto eu confesso que me senti incomodado comigo mesmo. Penso que poderia ter aliviado mais. Afinal de contas, as pessoas já têm problemas demais em suas vidas para ter que chegar à igreja no domingo à noite e ouvir um reles seminarista falar que são pecadores miseráveis e carecem da glória de Deus.


Enquanto pensava com meus botões sobre isso, me lembrei de um amigo seminarista que me disse que “nossa raça” só sabe falar de pecado e que por isso mesmo, algumas igrejas relutam em nos convidar. A razão para isso eu creio, é que a maioria de nós não tem muito com que se preocupar por enquanto. Muitos ainda são solteiros. Nossos corações batem forte no auge da revolução da Palavra de Deus que nos transformou de pecadores perdidos em filhos amados. Podemos falar o que sentimos sem ter que nos preocupar depois em sermos chamados à atenção por termos pisado no calo do presbítero “fulano” que apesar de ter um filho que só dá problema pra igreja, é responsável por 40% dos dízimos arrecadados nela.


Triste sorte a nossa! E triste sorte a dos nossos pastores! Ambos fadados a ver seus ideais sendo enterrados dia após dia para não ter que ver seus filhos chorando de fome ou revoltados com a igreja por que seus pais são sempre humilhados e não podem reclamar! Triste sorte a da igreja que em nome da boa vizinhança humilha seu pastor ou acusa seu seminarista de terrorismo só por que pregam a Palavra de Deus!


Triste sorte a de Cristo, que pregou a verdade para um povo que preferiu o pai da mentira e vê seus novos co-irmãos se unindo à corja dos que não vendem o evangelho, mas também não compram!


Desculpem o desabafo... isso passa...



Marcelo Batista Dias, o terrorista.

Bíblia On Line